domingo, 25 de dezembro de 2011

Sobre natais...

Sem toques nem sinos, ou palavras e braços.

Fica um sopro dentro de mim que por vezes vira ventania tentando ocupar todo o meu vazio.

E a gente sempre tem aquele fiozinho de esperança que um milagre natalino aconteça.

…por menos que acreditemos.

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